Bom depois de muito tempo voltei a de fato postar. São tantas coisas boas pra falar de Deus, tanto que Ele fez em minha vida, tanto que Ele tem me escutado.. mas em outra ocasião relatarei as maravilhas e os milagres que eu tenho alcansado por Ele. Hoje me veio a cabeça escrever sobre a gratidão por tudo isso. Mas não falo da gratidão do “muito obrigado”. Falo da retribuição dos feitos, de partilhar com Ele a felicidade que Ele mesmo nos proporciona. Será que pensamos na felicidade de Deus? Isso é muito íntimo, profundo. Quando amamos alguém, sempre pensamos na pessoa amada e quando vemos alguma coisa bonita já queremos dar ela. Para ver ela sorrindo. Para ver ela feliz. Como seria, então, o sorriso de Deus? O que fazemos para isso acontecer? O que de bom, que nós vemos, e queremos dar a Ele? Nossa, isso de fato é muito íntimo: Preocupar-se com Deus. Afinal, Ele não é Nosso amado? Então podemos fazer aquilo que O agrada. Dar o nosso melhor a Ele, fazer o oposto maldade. Óbvio que Deus não precisa da nossa preocupação. Mas devemos nos preocupar assim mesmo. Quando damos um presente a um amigo nós perguntamos: “Você gostou?” Então vamos perguntar a Deus sobre os presentes que damos a Ele. Sobre as nossas atitudes, nossos feitos.
“-Senhor Deus, gostaste do que eu fiz hoje? Minha vida, Senhor, está certa? Sou o presente que sonhaste? Sou o presente que O agrada?”
Vamos tentar ser o presente ideal para Deus. Se dizemos que nossa é vida é dEle, devemos cuidar dela então. Não dá pra dimensionar o que de fato Deus merece, nem se eu tentasse eu conseguiria descrever. Mas Ele me deu a vida e me faz muito feliz. Então deverei fazer igualmente com Ele. Dar a minha vida a Ele, e fazê-Lo muito feliz. Afinal, fazer tudo para O agradar, por amor e gratidão, é o mínimo diante da infinidade de Suas maravilhas – gratuitas.
Walquiria Agostinho Lourenço



